A obsessão é um problema que vem se agravando nos últimos tempos. Estamos chegando numa época de ajustes de erros passados. Tempo de reflexão e momento de tomar atitudes.
Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais com ele a caminho, para que ele não vos entregue ao juiz, o juiz não vos entregue ao ministro da justiça e não sejais metido em prisão. - Digo-vos, em verdade, que daí não saireis, enquanto não houverdes pago o último centil. (S. MATEUS, cap. V, vv. 25 e 26.)
Sempre escuto que alguém está se vingando do que o outro lhe fez, e eu sempre pergunto: Sabendo que és um espírito imortal, que este de quem te vingas amanhã te cobrará por isso, quando terminará tal "vendetta"? Quem poderá vencer num combate sem fim? Não é melhor buscar a paz? Busque o entendimento, ou apenas afaste-se e afaste da mente qualquer julgamento. Quantas inimizades começam por um mal entendido. Não tenha pressa em julgar, analise, pense, ponha-se no lugar do outro.
Vamos nos perdoar, aprender a conviver e alcançar a paz que tanto queremos, a paz interna, a paz do nosso espírito. Não devemos ficar nos criticando e acabarmos como nossos maiores obsessores. Tenhamos paciência com os nossos defeitos, nossas escolhas mal feitas, coerência de atitudes e palavras. Para ajudar a nossa tarefa de orar e vigiar, seguem abaixo dez sinais da provável existência de obsessão em nossas vidas:
1º) Quando entramos na faixa da impaciência.
2º) Quando acreditamos que a nossa dor é a maior de todas.
3º) Quando passamos a ver ingratidão nos amigos.
4º) Quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros.
5º) Quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa.
6º) Quando reclamamos apreço e reconhecimento.
7º) Quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo.
8º) Quando passamos o dia a exigir esforço, sem prestar o mais leve serviço.
9º) Quando pretendemos fugir de nós mesmos, através da gota de álcool ou da pitada de entorpecente.
10º) Quando julgamos que o dever é apenas dos outros.
Toda vez que um desses sinais surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de parar no socorro da prece ou na luz do discernimento.
Pelo Espírito Scheilla, do livro "Ideal Espírita",
psicografia de Chico Xavier.
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